sábado, 4 de fevereiro de 2012

Nela me perco e me acho
Nela me encontro mais fácil,
Nela eu vivo respiro,
Nela eu sinto sou vivo,

E sem ela não tem graça,
Não tem caneta nem papel,
Não tem tinta , nem maquina de escrever,
não tem palavras ou vontade de viver,

Graças a lembrança D'ela e tão somente dela,
a vida voltou, e mesmo que só por mais alguns instantes
de pura imaginação N'ela vivo, e por ela e tão somente nela vivo assim,
mesmo que por imaginação novamente, sei que em sonhos sempre vou ter

O beijo mais doce,
o abraço mais quente,
o amasso mais louco,
o amor mais reluzente

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Mutilado com chagas se encontra meu coração,
partido sem sentido desengano de amor,
compaixão ninguém teve, largado e sem sentido,
do amor a vitima fostes eu o escolhido,

Perdido sem entender, caminhando vagando sem parar,
procurando respostas que nunca hei de achar,
vagando feito um fantasma entre sombras,
atras de ti, perdido palhaço sem graça por ai,

Tresloucadamente mutilado meu peito aberto,
chagas cujas quais ninguém observou com compaixão,
se quer a solidão este anjo, eterno guardião,
Amigo eterno sempre fiel,

Que em meio a minha quimera feste visto o véu,
morto sepultado acabado por fim,
mais um vez mutilado membro coração,
mais uma unica vez apos morto bateste por ti.
Vazio, perdido me encontro,
tão logo me encontro,
Vazio em teu ser,
Que preencho com meu amor,

Vazio que se acaba e se transforma,
e em felicidade se torna,
Vazio que vem e vai,
Vazio que era escuro,

Mas em estrelas cai,
Vazio que agora é de escuridão,
e em sua totalidade se enchendo virou paixão,
Vazio que nasce flor, vazio que vira amor,

Vazio de infelicidade, que transformado foi em pura igualdade,
 Vazio que acabou no selar de dois lábios,
e agora repleto de amor e ternura se completa,
no simbólico gesto de um amor centenário.

terça-feira, 15 de novembro de 2011


Bela bela como é bela,
incapaz me sinto a escrever palavras à ela
Com lindos olhos que parecem as vezes minha mente,
poder penetrar; Entre toda perfeição à beleza,
encontra-se nela e só N'ela a pureza de uma flor,

Pertencem a totalidade e a complexabilidade
de um puro doce e terno amor,
oh mas como podes ser tão bela!
a ponto de causar inveja a toda e qualquer flor!

Bela como o canto de um pássaro, ou o nascer do sol,
Como o vento em verdes campos bela como,
em palavras nem Shakespeare seria capaz de descrever,
em melodia Mozart compor, em quadros Davince pintar,

Incapaz todo e qualquer gênio seja na ciência na obra que for,
de demonstrar o tamanho da beleza De minha donzela,
de minha querida de meu anjo do amor,
sinto-me um verdadeiro plebeu, incapaz, um inútil,

pois sei que nunca irei ser capaz de descrever,
se quer uma porcentagem baixa de teu ser,
mas Agradeço a deus por olhos me dar,
pois assim ao menos tão preciosa e unica
Beleza poderei ao menos admirar!


Ela tem um rostinho angelical,
rosto de menina com ar de mulher,
algo inexplicável  e surreal,
com sorriso tímidos que encantam,

Encantadora como só ela é,
e de uma humildade que assusta até,
Com um ar sofisticado um 10 pras 2 ela solta,
e pode acreditar que faz teu mundo dar uma "volta";

Meiga e preciosa, pode acreditar,
simpática e misteriosa,sente-se as vezes até
medo do que pensando,pode ela estar
mais o 10 pras 2 não vai deixar de te encantar,

Bela Donzela, lindo rouxinol termino minhas palavras aqui,
mais não deixa-te de soltar as vezes um 10 pras 2,
para que a tudo e todos a tua volta,
com esse teu único e precioso ar possa encantar.


Ela tem um rostinho angelical,
rosto de menina com ar de mulher,
algo inexplicável  e surreal,
com sorriso tímidos que encantam,

Encantadora como só ela é,
e de uma humildade que assusta até,
Com um ar sofisticado um 10 pras 2 ela solta,
e pode acreditar que faz teu mundo dar uma "volta";

Meiga e preciosa, pode acreditar,
simpática e misteriosa,sente-se as vezes até
medo do que pensando,pode ela estar
mais o 10 pras 2 não vai deixar de te encantar,

Bela Donzela, lindo rouxinol termino minhas palavras aqui,
mais não deixa-te de soltar as vezes um 10 pras 2,
para que a tudo e todos a tua volta,
com esse teu único e precioso ar possa encantar.

domingo, 13 de novembro de 2011


Ela tinha longos cabelos lisos, olhos claros, e uma feição juvenil, era alegre e atraente, posso me lembrar de seu sorriso aquela noite, lembrar-me de tudo; Bom enquanto tomo este vinho vou lhes contar mais uma de minhas noites.
Era uma noite de primavera, ela estava caminhando só, e eu sentado lendo um velho livro de poesias em um banco em um praça, ela passou por mim, logo a chamei para lhe cumprimentar e começamos a conversar, ela estava de vestido Deus como era bela aquela mulher, seu perfume exalado era tão doce e agradável as minhas refinadas narinas.
Ela então se sentara perto a mim e foi quando decidimos por passar a noite juntos, com o livro fechado sob o banco conversamos por alguns instantes mais, e foi quando saímos caminhar, sua boca ainda posso me lembrar do gosto doce daqueles lábios, bom, ela sorria das piadas que contava e fazia cara de interessada e curiosa quando lhe contava algumas histórias bobas. Caminhamos até sua casa, ao entrar lembro-me de ela abrindo uma garrafa de vinho e ir até o quarto me deixando a vontade na sala de estar, após alguns instantes lembro de ver ela voltando com uma roupa mais leve, chamando-me até seu quarto, pude ver um abajur sua cama uma janela e seu armário; Perdoe me leitor mais lembro-me pouco do local em si lembro mais da sensação, que era inexplicavelmente boa naquela noite, lembro que umas gotas começaram a cair, e de quando ela se sentou sob mim, me dando então um doce beijo, lembro de ter abraçado e enroscado minhas mãos em seus cabelos, foi quando começamos delicadamente a nos despir, ficando apenas pele sob pele.
Desnudos e sentados ali numa cadeira de bom gosto por sinal foi quando comecei a possuir tal criatura tão bela e meiga em seu jeito mais que escondera de mim até certo momento o quanto também poderia ser feroz,
foi então quando a joguei na cama, e sob ela me lancei, a sensação caro amigo era tão boa que só sendo um dos que ali presentes estavam para poder entende-la.
por algumas horas com nossas roupas jogadas no chão e sob meia luz fizemos amor, de tudo um pouco do mais puro ao mais indelicado e descaradamente pervertido.
Certa hora quando a chuva já estava em estado bem avançado, vi em sua face aquela velha expressão de quem realizara seus desejos, e ouvi em forma de gemidos e gritos uma mescla perfeita pude finalmente ver em seu rosto, algo que buscava a longas datas.
Pude entender em sua face a complexidade da palavra prazer que muitos podem dizer ser normal, mais de fato é uma das mais especiais, nela pude encontrar a fera dentro de mim, e com ela pude realizar as mais tresloucadas horas de prazer.
por fim, lembro-me de abraça-la e pegar no sono logo apos de apagar um cigarro que com ela avia fumado, depois daquela noite só lembro-me de acordar no dia seguinte com café na cama e beijos, lembro-me de como ela fez com tanto carinho e dedicação aquilo a mim, como se por agradecimento, de certa forma senti me honrado e foi ali que percebi, que não só da noite em que passamos a perfeição esteve presente mais em cada momento em que avia passado na quela casa amarela, com aquela bela doce e gentil mulher com a chuva a cair la fora.
Por fim lembro-me da despedida e troca de telefones e também do suave e doce ultimo beijo que havia dado em uma tão pura doce e gentil musa de uma noite que da memória nunca mais irá sair.